REDE RECORD, você de novo? Dessa vez
vamos falar de uma novela que está “dominando” o IBOPE (é o que a RECORD diz,
claro): REBELDES. Uma novela baseada
em outra novela, baseada em outra novela que deve ter sido baseada em outra
novela Argentina (sim, Argentina, não Mexicana). REBELDES nos trouxe um assunto inovador na teledramaturgia
brasileira, o RPG (não a massagem, o
jogo de interpretação). Assim como na maioria dos assuntos abordados pelos
programas da REDE RECORD, não há um
aprofundamento no que diz respeito ao funcionamento da coisa. REBELDES nos traz uma visão SENSACIONALISTA, DANOSA e PRECONCEITUOSA sobre
o assunto. Ali eles mostram um grupo de pessoas doentes que confundem a realidade com a ficção de uma
maneira tão não saudável que deveria ser censurada. A situação pode até não
parecer problemática à primeira vista, mas qualquer RPGista veterano é testemunha do dano que pode trazer a sua vida a
falta conhecimento, de tolerância e a propaganda negativa sobre o RPG. Ainda
hoje há quem chame o RPG de “jogo
satânico”, “coisa do diabo”, “magia negra” e tantos outros absurdos e mal sabem
eles que não passa de um “teatro”, sim um “teatro”, pois os jogadores criam
personagens e interagem uns com os outros sem NUNCA ter contato físico ou
deixar o local de jogo já especificado. Jogadores de RPG não são um Sociedade
Secreta ou uma Seita, não seguem os textos dos jogos como dogmas para a vida,
pois sabem que, acima de tudo, é um PASSATEMPO,
um Hobby divertido para interação social com os amigos. Eu sou testemunha disso.
Passei incontáveis noites aos fins de semana jogando RPG com meus amigos
enquanto comíamos cachorros quentes e tomávamos refrigerante que a avó de um
dos jogadores nos trazia.
Agora
a Excelentíssima REDE RECORD nos
traz essa merda MERDA
(desculpe-me, mas não havia outra palavra para descrever) de Novela onde
VANDALIZA o RPG, tornando-o uma quase SEITA onde o MESTRE MANDA e os JOGADORES
OBEDECEM. Isso é, de fato, RIDÍCULO.
E tenho dito.
Obrigado.

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